8.7.13

Segunda pessoa do singular

Era pra costurar as palavras umas na outras até que elas ficassem organizadas esteticamente, de um jeito que ninguém notasse a apelação, mas sentisse a fundo a urgência com que escrevo. O cansaço não deixou, mas não posso repousar a cabeça sem antes registrar o que sinto, além do cansaço, uma enorme admiração pelo mundo, por essa nova fase, nada simples, nada fácil, adocicada sim, mas cheia de regras. Um punhado de novos planos, quase desconexos, misturados a um plano antigo, o de costurar as visões de mundo a felicidade de tê-lo presente e organizar esteticamente uma coisa conhecida como companhia, de um jeito que ninguém se importasse em assumir e sentisse a fundo, sentisse, sentisse. Pois sentir é maravilhoso!

Aline F.

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